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terça-feira, 19 de maio de 2026

Teve Copa no Gigante!!!

 


Em 18 de maio de 2026, foi anunciado o elenco que representará o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Aproveitando esse momento especial, relembramos os dias em que a Copa do Mundo passou pelo Beira-Rio.
Nas páginas da Revista do Inter de junho de 2014, é possível reviver a linda festa que tomou conta do nosso estádio e marcou a história dos colorados e do futebol mundial!







Fontes:Acervo Núcleo de Memória do Sport Club Internacional (Arquivo Histórico SCI/Biblioteca Zeferino Brazil - FECI/Museu do Inter Ruy Tedesco) e @scinternacional 
Revista do Inter - Ed. 96 - junho/2014

sexta-feira, 16 de maio de 2025

Um pedacinho do Beira-Rio na Suiça! Um estádio de Copas do Mundo!

Se o clima é de estádio que vai ser sede de Copa do Mundo, queremos dividir algumas curiosidades do nosso acervo!

Um pedacinho do Beira-Rio na Suiça

Em 2022, localizamos um termo de doação de duas cadeiras doadas ao Museu da Fifa em Zurique. A partir desse documento fizemos contato com o Museu da FIFA, para confirmarmos a existência das cadeiras. O responsável nos retornou e encaminhou fotos das cadeiras em exposição.




Cadeira com identificação de sua origem e local de exposição

(Fotos enviadas pelo responsável de registros do Museu da FIFA em 19/04/2022)

Termo de doação feito pelo Sport Club Internacional


E-mail recebido do Museu da FIFA e tradução 

Um estádio de Copas do Mundo🏆

O estádio Beira-Rio será sede de mais uma Copa, a  Copa do Mundo Feminina 2027. No dia 07/05/2025 foi feito o anúncio oficial dos estádios que receberão jogos do Mundial.

Para celebrar esse momento fomos buscar algumas memórias de 2014, quando recebemos cinco jogos. Das seleções que jogaram no gramado colorado, estava a equipe que se tornou campeã. Veja como foi: https://internacional.com.br/clube/beira-rio/copa-2014

Material de divulgação feito e distribuído pela Fifa. Cartão de papel em 3D.
Fontes:



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Valdomiro Vaz Franco

Valdomiro Vaz Franco é o jogador com maior número de partidas pelo Sport Club Internacional, além de ser o único jogador a conquistar o octacampeonato gaúcho. Natural de Criciúma, Valdomiro nasceu em 17 de fevereiro de 1946 e iniciou a carreira no Comerciário, Clube de sua cidade natal. Chegou ao Inter em 1967, aos 21 anos, e fez história em sua trajetória pelo Clube do Povo. Abaixo suas fichas no Sport Club Internacional e na Federação Gaúcha de Futebol:

Fonte: Arquivo Histórico/Departamento de Futebol SCI

Fonte: Arquivo Histórico/Departamento de Futebol SCI

Fonte: Arquivo Histórico/Departamento de Futebol SCI

Mesmo com algumas dúvidas por parte da torcida, Valdomiro mostrou sua técnica e comprometimento com o Inter logo no início. O ponta direita foi fundamental nas conquistas do Sport Club Internacional na década de 70, tendo participação ativa nos gols que renderam as conquistas dos Campeonatos Brasileiros de 1975 e 1976.  
Fonte: Sport Club Internacional

Fonte: Sport Club Internacional

Valdomiro jogou pelo Inter até 1980, passando então a atuar pela equipe colombiana Millionarios. Regressou ao Clube em 1982, onde encerrou sua carreira, aos 36 anos. Suas conquistas pelo Inter foram as seguintes: Campeonato Gaúcho (1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1982) e Campeonato Brasileiro (1975, 1976 e 1979). 

Fonte: Sport Club Internacional

Valdomiro também marcou sua presença atuando pela Seleção Brasileira. Na Copa de 1974 marcou o gol que foi responsável pela classificação da Seleção para a segunda fase da competição, na vitória de 3 x 0 sobre o Zaire. O Brasil precisava vencer por três gols de diferença para seguir adiante, e o gol só saiu aos 34 minutos do segundo tempo, em um chute sem ângulo de Valdomiro, que contou com a ajuda de uma falha do goleiro do Zaire. Para saber mais sobre esse talentoso atleta, clique aqui.

Fonte: Sport Club Internacional

Texto/Colaboração:
Aline Duarte/Fagner Dornelles de Souza 
Equipe de Pesquisa Histórica Museu do Sport Club Internacional Ruy Tedesco
Fontes:
Acervo /Arquivo Histórico SCI/Biblioteca Zeferino Brazil/Sport Club Internacional

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Beira Rio - 50 anos

Vista aérea durante a construção do estádio, acervo Arquivo Histórico S.C.I
"A história do Estádio Beira-Rio começou no dia 12 de setembro de 1956, quando o vereador Ephraim Pinheiro Cabral, três vezes presidente do Internacional, apresentou na Câmara de Porto Alegre o projeto de doação de uma área que seria aterrada junto ao Guaíba. A complexidade da obra fazia com que ela não saísse do papel. Até que, numa noite de 1960, ao chegar nos Eucaliptos e se deparar com uma multidão fora do estádio, pois não havia mais lugar, Ruy Tedesco e Telmo Thompson Flores pediram uma reunião com o presidente Ephraim Pinheiro Cabral para tratar do assunto. 

No encontro, definiram José Pinheiro Borda como presidente da Comissão de Obras: um homem de visão, que trabalhava exaustivamente pelo clube e possuía muito tempo para controlar aquela grandiosa construção. Não demorou, Borda conseguiu, da prefeitura, uma máquina para colocar terra sobre a água do Guaíba que cobria o terreno.

Pinheiro Borda dedicava-se ao máximo. Ruy Tedesco praticamente abandonou a sua firma de engenharia para se engajar no mutirão. Campanhas por rádio conclamavam o torcedor colorado da capital e do interior a doarem tijolos, cimento e ferro. Em julho de 1962, José Pinheiro Borda e o prefeito Loureiro da Silva lançaram a pedra fundamental. A venda de títulos para arrecadar fundos para a obra, que em um ano havia vendido apenas dois mil, com o início da construção rapidamente chegou aos 40 mil.

Era comum os torcedores irem até o local da obra e ficarem assistindo a movimentação dos pedreiros, contemplando aquele gigantesco estádio que estava sendo erguido e projetando novos tempos de conquistas, pois a década de 60 era de vacas magras, com as atenções do clube voltada para a construção da nova casa.
Com o falecimento de Borda, Ruy Tedesco assumiu a presidência da Comissão. O estádio, antes da inauguração, já tinha nome: José Pinheiro Borda. Em 1968, o Gigante já se mostrava imperioso, mas ainda levou um ano só com acabamentos, para que ele fosse inaugurado como o mais bonito e luxuoso do Brasil. Sua iluminação era a melhor existente, com o dobro de potência do Maracanã. O placar eletrônico era o que de mais moderno havia. Os vestiários e as cabines de imprensa davam inveja.
No dia 06 de Abril de 1969, um domingo, foi inaugurado o Gigante da Beira-Rio."







No aniversário de oito anos do Beira-Rio, o Jornal do Inter fez uma homenagem, com uma edição voltada para a construção do Gigante da Beira-Rio.


Texto retirado da Revista Gool, Ed. 141/2009
Fonte: Jornal do Inter, Ano II - Número 41, Abril de 1977, disponível no acervo do Arquivo Histórico e Biblioteca Zeferino Brazil

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Paulo Roberto Falcão

Contamos um pouco da história de um dos maiores ídolos da torcida colorada: Paulo Roberto Falcão.

Abaixo temos a ficha de inscrição de Falcão como atleta amador do Sport Club Internacional, bem como a sua solicitação de registro na Confederação Brasileira de Desportos. 

Fonte: Departamento de Futebol.

Fonte: Departamento de Futebol.

Paulo Roberto Falcão nasceu em Abelardo Luz, em 16 de outubro de 1953 e começou a marcar sua história no Internacional ainda nas categorias de base. Logo no início da década de 70 mostrava um talento inigualável, e chamou a atenção da comissão técnica. Isso o levou a assumir a titularidade do Sport Club Internacional em 1973. 

Fonte: Sport Club Internacional

Falcão era um meio-campo ofensivo, que impressionava pela quantidade de gols que marcava. Com isso, ajudou o Clube a dominar o futebol brasileiro na década de 70 e levou para casa inúmeras conquistas: Campeonatos Brasileiros de 1975, 1976 e 1979 e os Campeonatos Gaúchos de 1973, 1974, 1975, 1976 e 1978. Foi considerado o melhor jogador do Brasileirão por três campeonatos. 

Fonte: Sport Club Internacional

Fonte: Sport Club Internacional

Fonte: Sport Club Internacional

Fonte: Sport Club Internacional

Falcão já havia sido treinador do Internacional em 1993 e em abril de 2011 assumiu novamente, conquistando o título gaúcho em uma disputa de pênaltis em cima do Grêmio. 

Fonte: Site do Sport Club Internacional

Pela Seleção Brasileira foram 34 jogos, incluindo duas Copas do Mundo: 1982 e 1986. Na Copa de 1982 Falcão foi considerado um dos líderes da equipe que viria a ser considerada uma das melhores já formadas, mesmo não ganhando o título. No período em que jogou pela Seleção marcou 7 gols. 

Fonte: Brasil nas Copas, ZH Publicações.

Além dos títulos conquistados pelo Internacional, Falcão ainda possui os seguintes títulos:

Como jogador: 
Campeão Italiano (1983) - Pelo Roma
Campeonato Paulista (1985) - pelo São Paulo

Como treinador: 
Campeão Baiano (2012) - Pelo Bahia
Campeão da Copa Interamericana (1991) - Pelo América-MEX.
Campeão da Copa dos Campeões da Concacaf (1992) - Pelo América-MEX.

Para saber mais sobre Falcão, clique aqui.


Texto original:
Aline Duarte /Arquivista e Fagner Dornelles de Souza/Historiador

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Nena, o Parada 18



Fonte: Sport Club Internacional
Olavo Rodrigues Barbosa nasceu em 11 de julho de 1924, em Porto Alegre. Começou a carreira jogando na várzea da capital e aos 18 anos foi para o Internacional. Sua estreia com a camisa do Inter foi em 1942, em uma partida contra o São José. Nena era zagueiro titular do "Rolo Compressor". 

Ficha de Jogo Coletânea Hélio Dias
Em dez temporadas pelo Inter, o zagueiro conquistou sete títulos gaúchos (1942/43/44/45, 47/48 e 1950), participou da maior goleada aplicada pelo Internacional em um clássico Gre-Nal (7 a 0 na final do campeonato municipal em 1948) e foi convocado pelo técnico da Seleção Brasileira, Flávio Costa, para disputar a Copa do Mundo de 1950.
Fonte: Sport Club Internacional
Em campo, ele era considerado um defensor quase imbatível. Os atacantes adversários dificilmente levavam a melhor no embate com o zagueiro. Tamanha disposição lhe rendeu o apelido de ‘Parada 18’. O codinome fazia referência a um ponto de ônibus localizado no bairro Tristeza, situado em frente a uma loja do setor varejista que fazia grandes liquidações e atraía muitos clientes. A propaganda radiofônica da época dizia que, para fazer boas compras, ninguém passava da Parada 18. Dessa maneira, o jogador e o famoso ponto de ônibus se tornaram sinônimos para os colorados.

Nena faleceu no dia 17 de novembro de 2010, em Goiânia


Fontes: 
Revista do Inter, ed. 60. Matéria publicada por Leonardo Fister
Ficha de jogo: Coletânea Helio Dias - Livro 1909 à 1942 - Museu do Sport club Internacional Ruy Tedesco
Para saber mais sobre o atleta, clique aqui. 

terça-feira, 15 de março de 2016

Inauguração do Estádio dos Eucaliptos


No ano de 1928, um susto. O Asilo Providência, dono do terreno de Chácara dos Eucaliptos, queria o espaço de volta para fazer um loteamento ou exigia 40 contos de réis para vendê-lo. A preferência de compra era do Internacional, mas com apenas 19 anos de vida, o clube ainda era pobre, não possuía nem próximo daquela elevada quantia. 

A agremiação ficaria sem lugar para atuar. Numa reunião no Conselho Deliberativo, até proposta de fechamento do clube foi levantada, tal era o entrave. Se não fosse o número já significativo de torcedores e a emoção da conquista do primeiro Estadual, vencido no ano anterior, talvez seus dirigentes tivessem cerrado as portas.
Foi então que surgiu a figura de Ildo Meneghetti com a solução para o impasse: a construção de um estádio próprio. Sem dinheiro nenhum no cofre, muitos duvidavam, mas ele tinha uma carta na manga.
Engenheiro de formação propôs aos donos do terreno que dessem um prazo de dois anos para o Inter sair do local. Em troca, construiria para eles a infra-estrutura do loteamento através da firma em que trabalhava, a Dahne, Conceição & Cia.
Paralelo a isso, já eleito presidente do clube em 1929, lançou a campanha da construção do novo estádio num distante terreno da rua Silveiro. Com um financiamento do Banco Província, adquiriu a área, fez a terraplanagem e começou as obras. O banco emitiu 500 títulos, cuja soma era o valor do financiamento. Nesses dois anos, Meneghetti conseguiu vender 350 títulos. Os 150 restantes dizem que ele guardou em seu cofre particular com medo de que depois alguém viesse reivindicar ser dono de parte do estádio.


Compra terreno Eucaliptos 

Títulos iniciais
Em 15 de março de 1931 foi inaugurado o Estádio dos Eucaliptos com capacidade para 7 mil pessoas. Na partida de estreia, Internacional contra o Grêmio. Vitória de 3 x 0.

Ficha de jogo - Coletânea Helio Dias

A estrutura não era das melhores, mas o Inter poderia entregar a Chácara já com local para sediar seus jogos. Eram dois pavilhões de madeira, um para associados e outro para os chamados pagantes de pavilhão. Também havia o lado das Gerais, com uma arquibancada de poucos degraus, de tijolo e cimento, aproveitando o declive do terreno.

Em 1950 foram realizadas novas melhorias para sediar a Copa do Mundo, dando ao local a sua forma definitiva. A capacidade foi ampliada para 20.000 espectadores.

Imagem aérea do Estadio dos Eucaliptos 
Fontes: 
Fichas de jogos: Coletânea Helio Dias - Livro 1909 à 1942 - Museu do Sport Club Internacional - Ruy Tedesco
Revista GOOL, Edição 141




segunda-feira, 14 de julho de 2014

Em clima de Copa do Mundo: Atletas Estrangeiros

Encerramos hoje as postagens Em clima de Copa do Mundo com os atletas estrangeiros que disputaram Copas do Mundo pelas Seleções de seus países. São jogadores de cinco nacionalidades: três argentinos,  três chilenos, quatro paraguaios e cinco uruguaios.

Começamos a lista com o atacante uruguaio Julio Gervasio Pérez Gutiérrez.  Julio Pérez nasceu em 19 de junho de 1926 em Montevidéu/Uruguai. Estreou como jogador profissional vestindo a camisa do Racing de Montevideo, em 1945. Antes de chegar ao Internacional jogou ainda pelo River Plate e pelo Nacional, ambos clubes uruguaios. Jogou no Inter em 1957, deixando o Clube no início de 1958 sem conquistar nenhum título, passando a defender o Sud América do Uruguai. 

Pela Seleção Uruguaia Julio Pérez disputou as Copas do Mundo de 1950 e 1954. Em 1950, no Brasil, foi campeão em pleno o Maracanã. Faleceu em 22 de setembro de 2002.

Fonte: Departamento de Futebol


Outro uruguaio que vestiu a camiseta do Internacional foi o atacante José Eusebio Urruzmendi Aycaguer. Urruzmendi nasceu em 25 de agosto de 1944, e defendeu as equipes do Nacional (Uruguai), Independiente (Argentina), Defensor (Uruguai), Estudiantes de Mérida (Venezuela), Fénix (Uruguai) e La Luz (Uruguai). Jogou no Inter em 1969 e conquistou o Campeonato Gaúcho daquele mesmo ano. Sua participação em Copas do Mundo foi em 1966. 

Fonte: Departamento de Futebol.

Agora é a vez de falarmos de um dos maiores ídolos do Sport Club Internacional, e o maior nome estrangeiro da história do Clube: Elías Ricardo Figueroa Brander. Figueroa nasceu em Valparaíso/Chile, no dia 25 de outubro de 1946. Antes de chegar a Porto Alegre Figueroa passou pelo Unión La Calera (Chile), Santiago Wanderers (Chile) e Peñarol (Uruguai). 

Chegou ao Internacional em 1971 e acumulou diversas conquistas: Campeonato Citadino (1972), Campeonato Gaúcho (1971, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1976) e Campeonato Brasileiro (1975 e 1976). O capitão da equipe colorada é lembrado por ser um jogador quase perfeito, que jogava com precisão e garra. Autor do "Gol iluminado" na final do Campeonato Brasileiro de 1975, em cima do Cruzeiro, Figueroa deixou sua marca na história do Internacional e trouxe para os colorados a alegria de ser Campeão Brasileiro. Deixou o Internacional em 1977.

Jogando pela Seleção Chilena Figueroa fez sua estreia em 1965 e teve sua primeira participação em Copas do Mundo em 1966, na Inglaterra. Ainda disputou as Copas de 1974 (onde foi eleito o melhor zagueiro da competição), na Alemanha, e 1982, na Espanha. 

Fonte: Sport Club Internacional


O meia esquerda Ruben Walter Paz Marquez nasceu 08 de agosto de 1959 em Artigas/Uruguai. Rubén Paz foi um dos grandes nomes do Internacional no início da década de 80, sendo considerado um dos maiores meias do mundo daquela década. Chegou ao Inter em 1982, vindo do Penãrol e permaneceu até 1986, conquistando os títulos do Campeonato Gaúcho dos anos de 1982, 1983 e 1984. 

Após deixar o Internacional, Rubén Paz jogou pelos seguintes clubes: Racing de Paris (França), Racing (Argentina), Genoa (Itália), Rampla Juniors (Uruguai), Frontera Rivera Chico (Uruguai), Godoy Cruz (Argentina), Wanderers de Artigas (Uruguai), Nacional de San José (Uruguai), Tito Borjas (Uruguai), Pirata Juniors (Uruguai). Pela Seleção do Uruguai Rubén Paz jogou as Copas do Mundo de 1986 e 1990. 

Fonte: Departamento de Futebol

Outro chileno que passou pelo Internacional foi Juan Carlos Letelier Pizarro. Natural de Valparaíso/Chile, nasceu em 20 de maio de 1959. Tem no currículo os seguintes Clubes: Santiago Wanderers (Chile), Audax Italiano (Chile), Cobreloa (Chile), Independiente Medellín (Colômbia), La Serena (Chile), Cruz Azul (México), Antofagasta (Chile), Universitario (Peru), Caracas (Venezuela), Sporting Cristal (Peru). Letelier jogou no Inter apenas no ano de 1990, e deixou sua marca fazendo o gol que salvou o Clube do rebaixamento naquele ano. Pela Seleção Chilena disputou a Copa do Mundo de 1982.

Fonte: Departamento de Futebol

Roberto Eládio Fernandez Roa nasceu em 09 de julho de 1954, em Assunção/Paraguai, e é mais um dos nomes da nossa lista. O goleiro Gato Fernandez, como ficou conhecido, atuou nos seguintes clubes: River Plate (Paraguai), Español (Espanha), Deportivo Cali (Colômbia), Cerro Porteño (Paraguai) e Palmeiras (Brasil). Jogou no Internacional entre 1991 e 1993 e conquistou o Campeonato Gaúcho (1991 e 1992) e a Copa do Brasil (1992). Disputou a Copa do Mundo de 1986 pela Seleção do Paraguai. 

Fonte: Departamento de Futebol.

O argentino Sergio Javier Goycochea nasceu em Buenos Aires/Argentina no dia 14 de dezembro de 1963.  O goleiro Goycochea fez sua fama enquanto jogava no River Plate, clube pelo qual conquistou a Copa Libertadores da América e a Copa Intercontinental de 1986. Jogou ainda pelo Cerro Porteño (Paraguai), Olimpia (Paraguai), Millonarios (Colombia), Vélez Sarsfield (Argentina), Newell´s Old Boys (Argentina) e Racing (Argentina).

Jogou no Internacional entre 1995 e 1996, não conquistando nenhum título nesse período. Participou da Copa do Mundo de 1990, sendo um dos melhores jogadores da Seleção Argentina na competição. Sua atuação fez com que a Argentina chegasse na final, onde foi derrotada pela Alemanha. 

Fonte: Departamento de Futebol. 

O paraguaio Júlio César Enciso Pereira nasceu em Capiatá/Paraguai no dia 05 de agosto de 1974. Começou a carreira no Cerro Portenho (Paraguai) e passou a atuar no Internacional em 1996. O volante ágil e de jogadas precisas permaneceu no Clube até 2000, tendo conquistado o Campeonato Gaúcho de 1997. Pela Seleção do Paraguai jogou a Copa do Mundo de 1998, na França.

Fonte: Sport Club Internacional

Outro paraguaio da lista é Carlos Alberto Gamarra Pavón. Nascido no dia 17 de fevereiro de 1971, em Ypacaraí/Paraguai, o zagueiro iniciou a carreira no Cerro Porteño (Paraguai) em 1991. Na sua carreira jogou pelos seguintes clubes: Independiente (Argentina), Benfica (Portugal), Corinthians (Brasil), Atlético de Madrid (Espanha), Flamengo (Brasil), AEK Atenas (Grécia), Internazionale (Itália), Palmeiras (Brasil), Ethnikos Piraeus (Grécia) e Olimpia (Paraguai). Jogou no Internacional entre 1995 e 1997, conquistando o Campeonato Gaúcho de 1997. 

Pela Seleção paraguaia disputou as Copas de Mundo de 1998, 2002 e 2006. Em 1998 foi eleito o melhor zagueiro da competição, tendo disputado quatro partidas sem fazer nenhuma falta. 

Fonte: Departamento de Futebol.

Diego Antônio Gavilán Zarate foi outro jogador paraguaio que jogou no Internacional e também disputou Copas do Mundo. Gavilán nasceu em 01 de março de 1980 em Assunção/Paraguai e iniciou a carreira em 1998 como volante no Cerro Porteño (Paraguai). Nesses dezesseis anos de carreira Gavilán passou pelos seguintes clubes: Newcastle (Inglaterra), UAG Tecos (México), Udinese (Itália), Newell's Old Boys (Argentina), Grêmio, Flamengo, Portuguesa, Independiente (Argentina), Olimpia (Paraguai), Juan Aurich (Peru) e Independiente Campo Grande (Paraguai). Defendeu a Seleção paraguaia nas Copas do Mundo de 2002 e 2006. 

Fonte: Departamento de Futebol

Gonzalo Sorondo Amaro Sorondo nasceu em Montevidéu/Uruguai no dia 09 de outubro de 1979. Iniciou a carreira em 1998 no Defensor Sporting (Uruguai), onde jogou até 2001. Já atuou pelos seguintes clubes: Internazionale (Itália), Standard de Liège (Bélgica), Crystal Palace (Inglaterra), Charlton Athletic (Inglaterra), Charlton Athletic (Inglaterra), Grêmio (Brasil) e atualmente joga pelo Defensor Sporting. O zagueiro chegou ao Internacional em 2007, vindo do  Defensor Sporting, e atuou no clube até 2011. Esteve presente nas conquistas do Campeonato Gaúcho (2008, 2009, 2011), da Copa Sul-Americana (2008), da Copa Suruga (2009), da Copa Libertadores da América (2010) e da Recopa Sul-Americana (2011). Pela Seleção do Uruguai jogou a Copa do Mundo de 2002.

Fonte: Departamento de Futebol.

Mais um argentino na nossa lista: Roberto Carlos Abbondanzieri. O goleiro Pato Abbondanzieri nasceu em 19 de agosto de 1972, em Bouquet - Santa Fé/Argentina, e começou a carreira no Rosario Central (Argentina). Passou pelos seguintes clubes: Boca Juniors (Argentina), Getafe (Espanha) e Boca Juniors (Argentina). Chegou ao Inter em 2010, vindo do Boca Juniors (Argentina) e conquistou a Copa Libertadores daquele ano. Pela Seleção Argentina jogou a Copa do Mundo de 2006. Encerrou a carreira em 2010, após o Mundial de Clubes.

Fonte: Departamento de Futebol.

Mario Ariel Bolatti nasceu em 07 de fevereiro de 1985,  em La Para/Argentina. Começou sua carreira como profissional no Belgrano (Argentina), em 2003. Atuou nas seguintes equipes: Porto (Portugal), Huracán (Argentina), Fiorentina (Itália), Racing (Argentina) e atualmente joga pelo Botafogo (Brasil). Jogou no Internacional entre 2011 e 2012, conquistando o Campeonato Gaúcho (2011 e 2012) e a Recopa Sul-Americana (2011). Pela Seleção Argentina disputou a Copa do Mundo de 2010.

Fonte: Sport Club Internacional.

O uruguaio Diego Forlán Corazo nasceu em Montevidéu em 19 de maio de 1979. Começou sua carreira como profissional no Independiente (Argentina) em 1997. Passou pelos seguintes clubes: Manchester United (Inglaterra), Villarreal (Espanha), Atlético de Madrid (Espanha), Internazionale (Itália) e atualmente joga pelo Cerezo Osaka (Japão).  Jogou no Internacional entre 2012 e 2013, conquistando o Campeonato Gaúcho de 2013. 

Forlán tem 112 jogos pela Seleção uruguaia e disputou as Copas do Mundo de 2002, 2010 e 2014, sendo eleito o melhor jogador da Copa de 2010. 

Fonte: Sport Club Internacional

Encerrando a nossa lista temos o chileno Charles Mariano Aránguiz Sandoval. Natural de Puente Alto/Chile, Aránguiz nasceu em 17 de abril de 1989. Começou a carreira como profissional no Cobreloa (Chile), em 2006. Antes de chegar ao Internacional, o jogador passou pelos seguintes clubes: Cobresal (Chile), Colo-Colo (Chile), Quilmes (Argentina) e Universidad de Chile (Chile). Estreou com a camisa colorada no dia 02 de fevereiro 2014, contra o Cruzeiro/POA, numa partida válida pelo Gauchão, e ajudou o Internacional na conquista do Campeonato. Defendeu a equipe do Chile na Copa do Mundo de 2014.

Fonte: Sport Club Internacional.

As postagens Em clima de Copa do Mundo foram possíveis graças às pesquisas realizadas pela Equipe de Pesquisa do Museu do Sport Club Internacional Ruy Tedesco, e a colaboração entre o Arquivo Histórico e o Departamento de Futebol. A documentação apresenta a ligação do atleta com o Sport Club Internacional, e mostra como os jogadores eram quando passaram pelo Clube. 

O Arquivo histórico agradece a todos os sócios e torcedores que acompanharam nossas postagens nesse período de Copa, e espera continuar contando com as visualizações de todos vocês.

Saudações Coloradas!