Glória do desporto nacional!

Oh, Internacional

Que eu vivo a exaltar

Levas a plagas distantes

Feitos relevantes

Vives a brilhar

Correm os anos, surge o amanhã

Radioso de luz, varonil

Segue a tua senda de vitórias

Colorado das glórias

Orgulho do Brasil

Mostrando postagens com marcador Revista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Revista. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Charges e o futebol








O jornalismo há tempos utiliza charges como uma linguagem direta com seus leitores.
O Sport Club Internacional ao longo de sua trajetória editorial, desde os anos 50, contou com a contribuição inteligente de chargistas para levar aos seus torcedores a informação de forma graciosa e humorada.
Através da charge qualquer assunto fica mais leve, no futebol então… a charge é a possibilidade de "zoar" conservando as amizades e usando a inteligência.





Assim foi quando os colorados anunciaram a construção do seu estádio às margens do Guaíba, logo vieram as gozações. A mais famosa foi a do chargista Xico Stockinger, no jornal "Folha da Tarde" em setembro de 1959. Onde o presidente da época, Efraim Pinheiro Cabral, aparece visitando as obras, num submarino. Os que não acreditavam anunciaram a venda de bóias cativas, ao invés de cadeiras.

Em alguns casos, é importante olharmos estas publicações lembrando que são de outros tempos, outros costumes e com certeza sem uma consciência social e de respeito às pessoas que hoje se sabe são as corretas de convivência humana.



Fonte:
Revistas Coloradas - anos 1957/1958/1959
Revista O Sacy/1960
Folha da Manhã - Ed. Extra 14/12/1975
Jornal do Inter/1976
Revistas Gigante Milionário - 1979
Revista Grandes Clubes Brasileiros - Internacional - Nº5 1971, reprodução
Acervo /Arquivo Histórico SCI/Biblioteca Zeferino Brazil/Sport Club Internacional
Revistas disponíveis na Biblioteca Zeferino Brazil /FECI - Sport Club Internacional - 2º andar do Gigantinho*
*No momento fechada devido ao Isolamento Social

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Salvador

Nascido no dia 16 de outubro de 1931, Milton Alves da Silva conhecido como Salvador, foi um habilidoso jogador pelo Internacional no período de 1950 a 1953. Abaixo um dos seus contratos federativos:
Fonte: Departamento de Futebol
Fonte: Revista do Globo - Nº 543 - Ano XXIII - acervo do Memorial Landell de Moura

Matéria publicada na Revista do Inter, edição nº 24,  por André Baibich 

Jogadores brasileiros despertando o interesse de clubes estrangeiros é algo comum no mundo do futebol nos dias de hoje. Mas este panorama era muito diferente nos anos 50. Fazer sucesso fora do Brasil era tarefa para alguns poucos atletas diferenciados. Um deles foi o meio-campista Salvador, integrante da equipe colorada nos anos 50. 

Antes de se tornar ídolo no Inter e conquistar os torcedores do Peñarol, do Uruguai, e do River Plate, da Argentina, Milton Alves da Silva era um menino franzino que defendia a equipe do Colégio Pão dos Pobres, de Porto Alegre. Após ver uma série de jogos difíceis decididos pelo talento de Milton, colegas e professores o apelidaram Salvador, nome que o acompanhou por toda a brilhante carreira nos gramados. 
O primeiro clube de Salvador foi o Força e Luz, de Porto Alegre. O destaque do meio-campista foi imediato e ele logo chamou a atenção do Inter, que o levou em 1951. A equipe colorada estava sendo reestruturada, vindo de uma década vitoriosa, marcada pela formação do famoso “Rolo Compressor”, de Tesourinha e Carlitos. 
O torcedor não lamentou por muito tempo o fim daquela geração. Logo, grandes jogadores como Larry, Bodinho e o próprio Salvador se juntaram para formar a equipe que seria apelidada de “Rolinho”, sob o comando do lendário treinador Teté. Quando Salvador chegou, o Inter era o atual campeão gaúcho e acabou conquistando, com a presença do meio-campista, mais três títulos consecutivos, fechando o tetracampeonato entre 1950 e 1953. 
Em 1954, Salvador participou de um dos Gre-Nais inesquecíveis da história, em partida válida pelo torneio de inauguração do Estádio Olímpico. A equipe colorada massacrou o rival, aplicando uma goleada de 6 a 2. “Junto com o Larry e o Bodinho, o Salvador acabou com aquele jogo”, lembra o ex-companheiro Milton Vergara. 
A história de Salvador com a camisa colorada se encerrou no ano seguinte, com mais um título gaúcho. A saída foi motivada por um amistoso disputado entre Inter e Peñarol, no qual o jogador demonstrou sua conhecida visão de jogo e elegância nos passes e arrancadas. Quando o lendário Obdulio Varela deixou o clube uruguaio, os dirigentes não tiveram dúvidas de quem buscar para fazer a substituição. 
Alguns anos depois da ida de Salvador para o Peñarol, o Inter visitou Montevidéu para mais um amistoso contra os uruguaios. Os amigos Salvador e Milton Vergara então combinaram de se encontrar e passear pela cidade. “A gente não conseguia dar dois passos sem alguém parar ele e pedir autógrafos. Ele tinha muita moral por lá”, lembra o ex-goleiro colorado. 
Salvador ainda foi ídolo do River Plate, da Argentina, antes de encerrar a carreira. Sua importância na história do Internacional pode ser verificada pelas palavras de Milton Vergara, que afirma: “muitos jogadores de grande qualidade jogaram no Inter nessa posição, como o Falcão, por exemplo. Mas igual ao Salvador, não teve nenhum”.


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A conquista do primeiro título Estadual

No ano de 1927, o Inter conquistava seu primeiro título estadual, no dia 7 de setembro, feriado nacional, final disputada contra o Grêmio Bagé.Na época, o campeonato era sempre decidido pelo campeão da chave da Capital contra o vencedor da chave do Interior. A partida foi realizada no antigo estádio da Baixada em Porto Alegre, em jogo com dois tempos de 40 minutos. 
Ficha de Jogo Coletânea Hélio Dias
Logo no início do segundo tempo, um pênalti para o Inter que o craque colorado Ribeiro se encarregou de bater. Porém, para desespero dos torcedores e do próprio Ribeiro, a cobrança foi para fora. E para piorar, na saída de bola, o Bagé empatou também em uma cobrança de penalidade, através de Pasqualito.

Mas já mostrando a raça que seria símbolo do Clube ao longo das décadas, o Colorado foi para cima e obteve a vitória. Primeiro com Nenê e depois com Barros, que marcou seu segundo na partida e decretou a vitória por 3 a 1. Assim, o Internacional obtinha seu primeiro título gaúcho da história, cabendo ao próprio Barros a honra de levantar o primeiro troféu estadual.
Fonte: Revista Beira Rio 25 anos, reprodução

Para saber mais, clique aqui.
Ficha de jogo: Coletânea Helio Dias - Livro 1909 à 1942 - Museu do Sport club Internacional Ruy Tedesco

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Nena, o Parada 18



Fonte: Sport Club Internacional
Olavo Rodrigues Barbosa nasceu em 11 de julho de 1924, em Porto Alegre. Começou a carreira jogando na várzea da capital e aos 18 anos foi para o Internacional. Sua estreia com a camisa do Inter foi em 1942, em uma partida contra o São José. Nena era zagueiro titular do "Rolo Compressor". 

Ficha de Jogo Coletânea Hélio Dias
Em dez temporadas pelo Inter, o zagueiro conquistou sete títulos gaúchos (1942/43/44/45, 47/48 e 1950), participou da maior goleada aplicada pelo Internacional em um clássico Gre-Nal (7 a 0 na final do campeonato municipal em 1948) e foi convocado pelo técnico da Seleção Brasileira, Flávio Costa, para disputar a Copa do Mundo de 1950.
Fonte: Sport Club Internacional
Em campo, ele era considerado um defensor quase imbatível. Os atacantes adversários dificilmente levavam a melhor no embate com o zagueiro. Tamanha disposição lhe rendeu o apelido de ‘Parada 18’. O codinome fazia referência a um ponto de ônibus localizado no bairro Tristeza, situado em frente a uma loja do setor varejista que fazia grandes liquidações e atraía muitos clientes. A propaganda radiofônica da época dizia que, para fazer boas compras, ninguém passava da Parada 18. Dessa maneira, o jogador e o famoso ponto de ônibus se tornaram sinônimos para os colorados.

Nena faleceu no dia 17 de novembro de 2010, em Goiânia


Fontes: 
Revista do Inter, ed. 60. Matéria publicada por Leonardo Fister
Ficha de jogo: Coletânea Helio Dias - Livro 1909 à 1942 - Museu do Sport club Internacional Ruy Tedesco
Para saber mais sobre o atleta, clique aqui. 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Crônicas de Sérgio Jockyman #2

Continuando com as postagens das Crônicas de Sérgio Jockyman publicadas na revista "Gigante Milionário" de 1979, hoje disponibilizamos a crônica " A APOSTA"

Clique nas imagens para ler a crônica completa!




Fonte: Revista Gigante Milionário, edição 01, 1979.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Crônicas de Sérgio Jockyman #1

A partir de hoje começaremos a postar, semanalmente, algumas crônicas de Sérgio Jockyman, publicadas na revista "Gigante Milionário" de 1979, disponível no acervo da Biblioteca Zeferino Brazil.
A revista era lançada mensalmente, e contava com o humor de Sérgio Jockyman e a visão jornalística do Cid Pinheiro Cabral.
Clique nas imagens para ler a crônica completa!






Fonte: Revista Gigante Milionário, edição 01, 1979.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Grandes Jogadores do Internacional: Vacaria.

Foi no dia 05 de outubro de 1970 que Olavio Dorico Vieira, conhecido como Vacaria passou a fazer parte do time do Sport Club Internacional.
Hoje apresentamos um pouco da sua trajetória!

Matéria publicada na edição nº 73 da Revista do Inter.

Vacaria foi um dos maiores laterais-esquerdos do futebol brasileiro. Nasceu em Urussanga, Santa Catarina, em 26 de janeiro de 1949. Começou a jogar futebol aos 16 anos no Glória de Vacaria. Em 1968, aos 18, tornou-se profissional e foi para o 14 de Julho de Passo Fundo. Foi no clube do interior que Olavo se tornou Vacaria, apelido que o acompanharia pelo resto de sua carreira. “No ambiente de vestiário todo mundo tem que ter um apelido, então o pessoal começou a me chamar de Vacaria, pois eu joguei antes no Glória. O nome pegou e até hoje eu o carrego com muito orgulho”, afirma o ex-jogador.

Em 1970, após uma grande temporada pelo 14 de Julho, onde terminou como um dos artilheiros do interior, Vacaria veio para o Internacional. Apesar de ter feito parte do grupo campeão gaúcho nos anos de 70 e 71, o lateral não se firmou como titular e foi emprestado ao Figueirense em 1972. No time catarinense, Vacaria teve uma grande passagem, conquistou o título estadual e chamou a atenção das equipes de São Paulo e Rio de Janeiro. “Fui para o Figueirense em 1972 e três meses depois da minha chegada já era considerado o melhor jogador de Santa Catarina. Logo, o São Paulo, o Palmeiras e o Botafogo começaram a se interessar por mim, mas os dirigentes do Figueirense disseram que não podiam me negociar, pois eu pertencia ao Inter e estava lá de empréstimo”, conta.

No ano seguinte, o atleta retornou ao Internacional e se tornou titular absoluto das equipes comandadas por Dino Sani (1973-1974) e Rubens Minelli (1975-1976). Ao lado de craques como Valdomiro, Carpegiani, Caçapava, Falcão e Figueroa, Vacaria participou do time que conquistou o bicampeonato brasileiro (1975-1976) e o octacampeonato gaúcho (1976).  Na opinião do lateral, a qualidade e a união do grupo foram fatores diferenciais para o sucesso. “O grau daquela turma fazia a diferença. Além disso, éramos muito unidos, sempre procurávamos ajudar um ao outro e tínhamos uma determinação muito grande durante o jogo. Foi fantástico trabalhar com aquele grupo”, ressalta o ex-atleta.

 Fonte: Departamento de Futebol.

Vacaria também faz questão de destacar o papel de Rubens Minelli naquele período tão vitorioso. “O Rubens Minelli era parte daquilo. Ele nos treinou de uma maneira que nos tornamos quase imbatíveis. Nós já estávamos em uma evolução na primeira metade da década, mas o Minelli nos fez melhorar ainda mais. Ele sabia muito. Nunca o vi fazer uma substituição errada”, enfatiza Vacaria.

Fonte: Departamento de Futebol.

Em 1977, o jogador foi para o Palmeiras e fez parte da equipe vice-campeã brasileira em 1978. No início da década seguinte, abandonou a carreira de atleta e tornou-se treinador. Como técnico passou por equipes do interior gaúcho e de Santa Catarina. Em 1998, foi campeão catarinense pelo Criciúma. 


Por Leonardo Fister, edição nº 73 da Revista do Inter.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Memórias Coloradas: Alexandre Cardoso Pereira

Recebemos hoje uma doação do colorado e colaborador Alexandre Cardoso Pereira: jornais e revistas que contam um pouco da trajetória do Sport Club Internacional a partir dos anos 2000. Abaixo uma pequena amostra do material, assim como a carta entregue junto com o material. As publicações, após o devido tratamento, estarão disponíveis para consulta na Biblioteca Zeferino Brazil. 



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº9

Mais uma revista do acervo da Biblioteca Zeferino Brazil, "Grandes Momentos do Esporte" nº 9. Clique na capa abaixo para acessar o conteúdo da revista! 


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº8

A revista "Grandes Momentos do Esporte" nº 8 está disponível através da caba abaixo. A disponibilização desta publicação é resultado de um projeto de digitalização do acervo da Biblioteca Zeferino Brazil. 


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº 7

Mais uma edição da revista "Grandes Momentos do Esporte nº 7" diretamente do acervo da Biblioteca Zeferino Brazil. Clique na capa abaixo e acesse:


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº 5

Outra postagem do acervo da Biblioteca Zeferino Brazil, a revista "Grandes Momentos do Esporte" nº5. Clique no link abaixo para acessar:
Grandes Momentos do Esporte 5


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº4

Mais uma revista do acervo da Biblioteca Zefferino Brazil! "Grandes Momentos do Esporte" nº 4, acessível pelo link na imagem abaixo:



sexta-feira, 10 de julho de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº3

A revista de hoje, digitalizadas do acervo da Biblioteca Zeferino Brazil, é a "Grandes Momentos do Esporte" nº3, que pode ser acessada clicando na capa abaixo:


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº2

Continuando com as postagens das revistas digitalizadas do acervo da Biblioteca Zeferino Brazil, hoje disponibilizamos o link para "Grandes Momentos do Esporte" nº2, que pode ser acessada clicando na capa abaixo:



terça-feira, 23 de junho de 2015

Grandes Momentos do Esporte nº1

A partir de hoje começaremos a postar, semanalmente, algumas revistas digitalizadas do acervo da Biblioteca Zeferino Brazil. A primeira publicação é a "Grandes Momentos do Esporte" nº1, que pode ser acessada clicando na capa abaixo:

 Grandes Momentos do Esporte nº1

segunda-feira, 23 de março de 2015

Arthur Friedenreich e Risada - 1935

Colaboração do colorado Stephanos Demetriou SN:

"Na fotografia da Revista do Globo: Arthur Friedenreich e Risada. Estádio dos Eucaliptos. 12 de maio de 1935.


Em 1935, o Santos Futebol Clube realizou uma excursão pelo Rio Grande do Sul. Uma das atrações da equipe santista foi o craque Arthur Friedenreich, um dos maiores goleadores de toda a história do futebol brasileiro. 

Os jogos: 

12/05 - Internacional 1 x 1 Santos

19/05 - Grêmio 3 x 2 Santos

21/05 - Seleção do Rio Grande do Sul 3 x 2 Santos

24/05 - Novo Hamburgo 2 x 4 Santos

26/05 - Riograndense 3 x 4 Santos

Internacional 1 x 1 Santos



Estádio dos Eucaliptos, 12 de maio de 1935.

Arbitro: Walter Leal.

Gols: Sacy (Santos), aos 8 minutos do primeiro tempo e Macuzza Mancuso (Internacional), aos 14 minutos do segundo tempo.

Internacional: Peña, Paroto e Risada, Garnizé, Andrade e Levi, Floriano, Tupan, Macuzza, Darcy e Prestes.

Santos: Cyro, Neves e Badu (Iracino), Marteletti, Ferreira e Jango, Sacy, Moran, Mário Seixas, Friedenreich e Junqueira (Paulinho).

Att,

Stephanos Demetriou SN, historiador."

Risada fez parte da formação inicial do "Rolo Compressor", que era formada por: Marcelo; Álvaro e Risada; Alfeu, Magno e Assis; Tesourinha, Russinho, Carlitos, Rui e Castilhos; e foi Campeão Gaúcho em 1940


Fonte: Sport Club Internacional. 


Da esquerda: Russinho, Pedrinho, Magno, Carlitos, Alpheu, Assis, Tesourinha, Marques, Ruy, Castilhos, Torelli, Álvaro, Risada, Ciscador Marcello. Técnico: Orlando. 

terça-feira, 17 de março de 2015

Memórias Coloradas: Jaison Furusawa Kehwald

O colorado Jaison Furusawa Kehwald nos enviou o e-mail abaixo, que reproduzimos com orgulho aqui no blog:

Prezados,
Visitando o excelente blog da Memória do Inter, ​me empolguei e estou enviando algumas digitalizações de capas de uma revista editada pelo Internacional em 1977, tenho outros exemplares, se for do interesse, posso enviar mais alguns. Espero como colorado, poder ter contribuído com o acervo. 
Parabéns pelo belíssimo trabalho de preservação da história.
Att,
Jaison Furusawa Kehwald

Abaixo as capas enviadas por Jaison:




Quer colaborar conosco? Envie um e-mail para arquivohistorico@internacional.com.br .