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Orgulho do Brasil

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Manto Colorado 2019 - homenagem ao time campeão invicto de 1979

uniforme 2019 
Conheça mais sobre a história dos uniformes colorados:
O primeiro uniforme do Internacional foi a camisa com listras verticais simétricas vermelhas e brancas, gravata nas duas cores, calção branco e meias pretas. Os primeiros fardamentos foram todos confeccionados pela Dona Humbertina Pacheco Fachel em 1909. Veja mais sobre a confecção do primeiro uniforme clicando aqui.
Em 1914 o Internacional adotou aquele que viria a ser seu uniforme atual: camisas vermelhas, escudo na altura do coração, frisos brancos nas mangas e golas, calções e meias pretas (hoje brancas). 

Depois, vários modelos apareceram: a camiseta branca com uma faixa diagonal vermelha; a camiseta totalmente branca, calções e meias vermelhas

Acompanhe nas imagens a evolução dos uniformes colorado.


















Uniforme 2010
Uniforme 2011 
Uniforme 2012
Uniforme 2013
Uniforme 2014
Uniforme 2015 
Uniforme 2016

Uniforme 2017
Uniforme 2018

Uniforme 2019
Uniforme 2019
Há 40 anos, o Inter sagrava-se tricampeão brasileiro e se eternizava na história do futebol como o único campeão invicto do campeonato. Aquela equipe encantou o país alcançando um feito jamais igualado na história do Brasileirão. Para celebrar a magia de um time que ficou marcado para sempre na memória dos Colorados, os designers da Nike resgataram detalhes do uniforme que homenageou a inédita campanha de 1979 para vestir o elenco nesta temporada.Veja mais
Fontes: 
A História das camisas dos 12 maiores times do Brasil - Paulo Gini, Rodolfo Rodrigues
Site Sport Club Internacional

terça-feira, 23 de abril de 2019

Biblioteca do Internacional um legado na literatura desportiva


No dia Mundial do Livro, no ano em que o Gigante da Beira-Rio completa 50 anos e o Internacional 110, como não falar da literatura desportiva. E falar em literatura é lembrar que o Sport Club Internacional mantém para toda sociedade, um legado eterno: a Biblioteca Zeferino Brazil. Setor que hoje se mantém junto a Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional-FECI, mas que outrora, era parte da Divisão Cultural do Inter. A Biblioteca, criada em 1929, foi oficialmente apresentada aos Colorados no estatuto de 1944 (enquanto o mundo sofria em uma grande guerra, o Inter se preocupava em unir as pessoas através da cultura).
Mas qual motivo levaria um Clube de Futebol a ter uma Biblioteca, não há um motivo só, há milhares de motivos. Os motivos são as centenas de pessoas que fazem este Clube. Esporte é uma manifestação social. É vida. Vida é cultura, são livros...registros de vidas.     


Estas obras são exemplos destes registros. E estão à disposição da sociedade na Biblioteca Pública do Inter.
O acervo da Biblioteca Colorada dispõem de excelentes obras na área desportiva, mais precisamente do futebol. No dia Mundial do Livro, convocamos os amantes do futebol a conhecerem mais sobre este esporte, seus encantos e magia.

Fontes: Acervo Arquivo Histórico SCI/Biblioteca Zeferino Brazil/Sport Club Internacional
Arquivista Yzara Menegaz - Bibliotecária Ana Maria Bicca
Livros disponíveis para pesquisa na Biblioteca Zeferino Brazil/FECI - 2º andar do Gigantinho

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Homenagens à Pinheiro Borda

Placa original que será relocada junto ao busto
Assinatura de José Pinheiro Borda


José Pinheiro Borda foi presidente do Conselho Administrativo do Sport Club Internacional e da Comissão de Obras do Estádio Beira-Rio. Colorado apaixonado, dedicou os anos finais da sua vida ao Clube, trabalhando incansavelmente para a construção do Estádio Beira-Rio. Faleceu em 25 de abril de 1965, anos antes da inauguração do estádio.

José Pinheiro Borda observando a maquete do estádio colorado.

Pinheiro Borda (a esquerda) no dia do lançamento da pedra fundamental do estádio Beira Rio em 07/07/1963
Foto: empréstimo de arquivo pessoal Norma Prates

Em 25 de abril de 1966, foi inaugurado o busto em bronze em homenagem a Borda no pátio do Beira Rio.
Viúva de Pinheiro Borda na inauguração do busto
Público presente para a homenagem

Suplemento Especial ZH - 05/04/1969

Em 12 de abril de 2019, o busto em bronze em homenagem a Borda retornou ao pátio do Beira Rio.Em uma praça projetada para abrigar o busto e também a Cápsula do Tempo criada nas festividades de reinauguração do Beira-Rio, em 2014.
Em continuidade às atividades dos 110 anos do Internacional e aos 50 anos do Beira-Rio, foi inaugurada a Praça José Pinheiro Borda, com a reinstalação do busto deste eterno colorado, entre o ginásio Gigantinho e o Centro de Eventos Arthur Dallegrave. Na parte interna do Estádio, próximo ao portão 3, aconteceu o lançamento do mural de placas "O Gigante que nasceu das águas". O evento foi aberto à toda comunidade colorada.

Realização da obra da praça em 2019

Inaugurada a praça e José Pinheiro Borda volta a contemplar o estádio que ajudou a construir

Cápsula do tempo enterrada que será aberta daqui a 40 anos com cartas de torcedores que
foram colocadas em 2014 na reinauguração do Beira Rio.

Mural de placas "O Gigante que Nasceu das Águas".


Fontes: Acervo /Arquivo Histórico SCI/Biblioteca Zeferino Brazil
Saiba mais:

sábado, 6 de abril de 2019

50 anos da casa do povo

A história da construção do estádio colorado inicia no dia 7 de julho de 1963, quando foi lançada a pedra fundamental da construção do Estádio Gigante da Beira-Rio. Para celebrar o momento, uma missa comandada pelo bispo Dom Edmundo Kuntz, conselheiro do clube na época, foi celebrada neste dia.
 "Aqui todos serão iguais, sem diferenças ideológicas, políticas, religiosas, sociais - todos serão irmãos", afirmou durante a missa Dom Edmundo.

Pinheiro Borda (a esquerda) no dia do lançamento da pedra fundamental do estádio Beira Rio em 07/07/1963
Foto: empréstimo de arquivo pessoal Norma Prates

O texto do historiador Fagner Dornelles nos leva ao dia em que pela primeira vez o clube do povo recebia seus torcedores.

"No dia 6 de abril de 1969, o Internacional inaugurou o Gigante da Beira-Rio dois dias após o seu sexagésimo aniversário. Era um domingo de Páscoa e a direção do clube pediu que os torcedores colorados estourassem foguetes durante o amanhecer, o que ficou conhecido como “Alvorada Colorada” ou “Despertar Vermelho”. Parecia que Porto Alegre estava sendo bombardeada devido ao barulho dos foguetes.

Uma multidão de aproximadamente 100 mil pessoas foi ao estádio ver o festival de apresentações. Às 13h30min, a Banda Militar do 18º Regimento de Infantaria de São Leopoldo entrou na pista atlética do estádio, então o Governador Walter Peracchi de Barcelos abriu a bandeira do Brasil e a banda executou o hino nacional. Cessada a solenidade cívica, a banda militar se retirou tocando o hino do Internacional. Cantando o hino do clube e agitando as suas bandeiras, a torcida recebeu com aplausos a Comissão de Obras do Estádio.

Às 14h00min, surgiram os componentes da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais, ostentando os seus vistosos uniformes vermelhos. Em colunas, foram surgindo no estádio sob os aplausos da multidão e foram fazendo evoluções até formar a frase "PARABÉNS COLORADO". Em seguida, o estádio foi entregue ao prefeito da cidade, o engenheiro Telmo Thompson Flores, membro da Comissão de Obras e um dos maiores responsáveis pela construção do estádio. Às 15h00min, foi iniciado o desfile de 260 moças da Escola Superior de Educação Física, conduzindo bandeiras dos principais clubes desportivos do Rio Grande do Sul e do Brasil.

E finalmente o jogo de abertura, o ápice do evento, foi realizado entre o Sport Club Internacional e o Sport Lisboa e Benfica, que vinha de grandes conquistas naquela época. Era um jogo para entrar na história colorada. O Internacional entrou em campo com: Gainete; Laurício, Scala, Pontes e Sadi; Tovar e Dorinho; Valdomiro (Urruzmendi), Bráulio (Sérgio), Claudiomiro e Gilson Porto. O treinador colorado era o Daltro Menezes. E, treinados por Otto Glória, o Benfica entrou em campo com: José Henrique; Adolfo Messias, Humberto Fernandes, Zeca e Cruz; Toni e José Augusto (Nenê); Praia (Victor Martins), Torres, Eusébio e Simões.

O time colorado estava pressionando o seu adversário até que, aos 24 minutos do primeiro tempo, Claudiomiro, com apenas dezenove anos, marcou de cabeça o primeiro gol do estádio Beira-Rio. Eusébio, o principal jogador do time português, fez o gol de empate aos 23 minutos do segundo tempo. Quatro minutos depois, Gilson Porto fez o segundo gol colorado fechando o placar: Internacional 2x1 Benfica. Foi uma festa que está presente até hoje na memória dos colorados que presenciaram este grande momento da história do clube."

As fotos utilizadas para ilustrar esta postagem foram cedidas ao Arquivo Histórico do Sport Club Internacional em versão digital por Guilherme Mallet
Fontes: Acervo /Arquivo Histórico SCI/Biblioteca Zeferino Brazil
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