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quarta-feira, 13 de agosto de 2025
“Escrito Para a Eternidade”
Revista do Inter - Edição 109
Ao organizar as imagens das matérias para compor este texto não imaginei que coincidentemente a primeira chamada seria essa: “Escrito Para a Eternidade”. E é assim que começo esse texto, dando aos leitores a certeza de que a história do Sport Club Internacional foi escrita para a eternidade. Este blog, como espaço de memórias históricas do universo desportivo colorado, tem o compromisso de relembrar publicações da extinta Revista do Inter, periódico que foi publicado pelo Sport Club Internacional de 2004 até 2016. Publicada como Revista do Inter: Alma Colorada, nos primeiros anos e posteriormente só como Revista do Inter, este periódico tinha em média 26 páginas de muito Internacional. E em meio as notícias do momento havia o espaço para a história do Clube do Povo. Hoje a Revista do Inter é uma das muitas fontes do imenso acervo do Núcleo de Memória Colorada – formado pelo arquivo histórico, biblioteca e museu. Memória do Inter um espaço de pura história Colorada.Revistas do Inter - Edições 101 e 103
Revista do Inter - Edição 104
Revistas do Inter - Edições 111 e 115
Revistas do Inter - Edições 98 e 107
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Beira Rio - 50 anos
13:45
Aniversário, Arquivo Histórico, Beira-Rio, Copa do Mundo, Curiosidades, Flâmulas, Fotografias
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| Vista aérea durante a construção do estádio, acervo Arquivo Histórico S.C.I |
Ephraim Pinheiro Cabral, três vezes presidente do Internacional, apresentou na Câmara de Porto Alegre o projeto de doação de uma área que seria aterrada junto ao Guaíba. A complexidade da obra fazia com que ela não saísse do papel. Até que, numa noite de 1960, ao chegar nos Eucaliptos e se deparar com uma multidão fora do estádio, pois não havia mais lugar, Ruy Tedesco e Telmo Thompson Flores pediram uma reunião com o presidente Ephraim Pinheiro Cabral para tratar do assunto.
No encontro, definiram José Pinheiro Borda como presidente da Comissão de Obras: um homem de visão, que trabalhava exaustivamente pelo clube e possuía muito tempo para controlar aquela grandiosa construção. Não demorou, Borda conseguiu, da prefeitura, uma máquina para colocar terra sobre a água do Guaíba que cobria o terreno.
Pinheiro Borda dedicava-se ao máximo. Ruy Tedesco praticamente abandonou a sua firma de engenharia para se engajar no mutirão. Campanhas por rádio conclamavam o torcedor colorado da capital e do interior a doarem tijolos, cimento e ferro. Em julho de 1962, José Pinheiro Borda e o prefeito Loureiro da Silva lançaram a pedra fundamental. A venda de títulos para arrecadar fundos para a obra, que em um ano havia vendido apenas dois mil, com o início da construção rapidamente chegou aos 40 mil.
Era comum os torcedores irem até o local da obra e ficarem assistindo a movimentação dos pedreiros, contemplando aquele gigantesco estádio que estava sendo erguido e projetando novos tempos de conquistas, pois a década de 60 era de vacas magras, com as atenções do clube voltada para a construção da nova casa.
Com o falecimento de Borda, Ruy Tedesco assumiu a presidência da Comissão. O estádio, antes da inauguração, já tinha nome: José Pinheiro Borda. Em 1968, o Gigante já se mostrava imperioso, mas ainda levou um ano só com acabamentos, para que ele fosse inaugurado como o mais bonito e luxuoso do Brasil. Sua iluminação era a melhor existente, com o dobro de potência do Maracanã. O placar eletrônico era o que de mais moderno havia. Os vestiários e as cabines de imprensa davam inveja.
No dia 06 de Abril de 1969, um domingo, foi inaugurado o Gigante da Beira-Rio."
Texto retirado da Revista Gool, Ed. 141/2009
Fonte: Jornal do Inter, Ano II - Número 41, Abril de 1977, disponível no acervo do Arquivo Histórico e Biblioteca Zeferino Brazil
No aniversário de oito anos do Beira-Rio, o Jornal do Inter fez uma homenagem, com uma edição voltada para a construção do Gigante da Beira-Rio.
Fonte: Jornal do Inter, Ano II - Número 41, Abril de 1977, disponível no acervo do Arquivo Histórico e Biblioteca Zeferino Brazil
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Flâmulas - 1
15:44
Arquivo Histórico, Curiosidades, Documento Histórico, Flâmulas, Memórias Coloradas
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No futebol a troca de flâmulas entre os capitães antes de cada partida é uma tradição,
e é um símbolo de fair play.
Troca de flâmulas - Estádio dos Eucaliptos/1951
As flâmulas comemorativas eram muito populares, principalmente até a década de 1970.
Conheça algumas flâmulas feitas para homenagear o clube:
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